quarta-feira, 7 de março de 2012

Mais um dia, meus clientes são demais, hoje não tem RPG, os 50 quartos de hospedes que tem na minha casa já estão arrumados para receberem meus convidados, enfim tudo pronto.


Me apresso para chegar em casa pra ver se está tudo pronto para recebê-los... e tenho uma enorme surpresa ao chegar, meu ex tinha passado a tarde na minha casa, sozinho. Assim que as crianças chegaram ele se agarrou nelas, eu não via aquela cena a tempos, as três pessoas que mais amo, juntas, abraçadas e se divertindo, me parecia ser um convite irrecusável, mas eu resisti e disse apenas:


- Pensei que chegaria aqui mais tarde.
-Vim me ambientar a casa, não venho aqui a 5 anos, você a aumentou bastante, como planejavamos.
- E hoje teremos bastante visitar.
- Ah sim, há tempos não vejo nenhum dos nossos amigos em comum, vai ser interessante.


Naquele momento eu queria muito gritar com ele, só pra provar mais uma vez que ele não faz falta na minha vida, só traz rancor, raiva e magoa, mas isso não era verdade e eu não iria correr o risco de gaguejar.
Interrompendo meu pensamento Sophie fala:


- Tem mesmo que ser assim? Ficar sempre nesse clima?


Quando terminei com ele, sua reação foi a pior possível, eu queria que continuássemos amigos, mas ele disse que não conseguiria ficar perto de mim sabendo que nunca mais poderia me ter em seus braços. Achei a coisa mais brega que ele havia dito até então, porém tocou lá no fundo, momentos de desespero extremo merecem breguisse extrema.


O meu maior medo era que Sophie e Caio pensassem que isso aconteceu por culpa deles, mas felizmente eles não são como eu...


Enfiei na cabeça que pra ele eu era um nada, então foi mais fácil para mim, eu dizia a mim mesma que eu não poderia gostar de alguém cujo pensamento sobre mim seria o de um nada, mentindo pra mim mesma, tentando enganar meus sentimentos.


Enquanto isso começaram a chegar alguns amigos, os que moravam mais proximos, os que tinham carro, obviamente que os que moravam longe ou não tinham transporte próprio eu mandava buscar, não passava uma linha de ônibus em frente a minha casa, então comprei um, essas minhas atitudes realmente fazem eu me achar mais do que sou, não é?


Minha casa tem tudo o que possam imaginar, menos um navio, o lago é pequeno...
Meia Noite e todos os que chegariam hoje já estão presentes, cumprimento a todos e finjo uma enorme dor de cabeça, enquanto isso ele esteve brincando com as crianças e as colocou para dormir.


Entro no meu quarto, tranco a porta e coloco o som nas alturas (sim, as paredes são anti-ruídos). Super concentrada cantando a música e de repente tomo um susto, a maçaneta da porta estava girando, do nada ela abre, eu fico pasma, porque ninguém alem dele tem a chave do quarto...


- Pensei que já tinha jogado tudo o que era nosso fora.
- Até mesmo as lembranças? Não seja boba. Continua escrevendo livros?
- Terminei um essa semana.
- Graças a mim, eu sei que ainda me ama.
- As coisas mudaram e muito.
- Eu sei, nem piano você não toca mais... Poderia descer e tocar pra todo mundo. Lembra das vezes que você acordava de madrugada querendo tocar? Acabavamos sempre acordando Caio e Sophie, por isso colocamos as paredes anti-ruídos, felizmente eles não vinham até nós, senão encontrariam uma imagem traumatizante em cima do piano. hahaha
- Você não devia estar aqui
- Eu nunca devia ter saído daqui.
Ele então pega na minha cintura e me puxa, eu poderia, devia, ter feito algo, mas meu cérebro já não mais conseguia comandar o meu corpo, me senti impotente, esses cinco anos, tentando manter meus sentimentos escondidos e enfraqueço dessa maneira.
Quando dei conta da burrice que estava fazendo meu corpo já estava colado ao dele, seu toque, seu cheiro, sua respiração ofegante, céus como eu senti saudades disso, sua boca percorrendo todo o meu corpo, seus lábios nos meus, sua mão atrevida, suas mordidinhas, seu sorriso maroto, não sei descrever de outra forma esse momento, só de pensar nele eu já fico toda boba... Vou deixar o restante para a imaginação de vocês, apenas pensem em dois apaixonados com seus corpos entrelaçados formando uma mistura de sentimentos resumidos numa só palavra, prazer.


Fiquei olhando ele descansar e em seguida fui para um sala escondida em meu quarto, nela havia coisas que poucos poderiam ver, minhas mais preciosas coleções e presentes, inclusive o piano que ele me deu, não era o meu mais caro, mais pra mim, era o mais lindo e perfeito.


Começo a tocar a música que me impulssionou a querer tocar piano, My Immortal.



















sábado, 26 de março de 2011

Escritora Sofrida, Mãe divertida e Ex Esposa

Um Fim de Semana inteiro com ele? Pode me ajudar no rendimento do meu livro...
Vou então com Sophie comprar roupa no meu horario de folga, que é de 12hrs as 14hrs, não dava para reagendar as consultas e de 13;30 é o horario de entrada da escola, embora eu preferisse que ela escolhesse e eu apenas desse minha opinião, ela demoraria muito parar escolher algo, tratei de apressá-la e acabei escolhendo e induzindo-a a comprar, tenho bom gosto, fiquem calmos, não sou tão velha, tenho 28 anos, já que meu ex ficará um tempo aqui, algumas coisas não poderei esconder, lhes explicarei tudo, podem deixar.


- Mãe, tem certeza que tá tudo bem?
- Se tenho.


Voltei a trabalhar, cheguei em casa as 18;30 ela já estava arrumada, é, dessa vez acertei em cheio a combinação de roupas e acessorios, levei ela a festa, e fui para a sessão de RPG com Caio, meu caçula. Chegando lá, logo me perguntam;
- Tá tudo bem?
- Sim, pelo menos é o que quero pensar, pois pensando que estou bem, assim ficarei.


O mestre me olhou com cara de assustado e falou;
- A 5 anos não te vejo assim...


Os outros mesmo sem saberem de nada ficaram preocupados, eu sempre era a mais animada, fora que a 2 anos mantínhamos o mesmo grupo de RPG, sempre os mesmos 6. Caio e Sophie adoravam as sessões, Sophie porque adorava estratégia, Caio, Porque tinha um casal com um filho da mesma idade ao qual eles também levavam, casal bem competidor e engraçado, pareciam eternos namorados, mas sem toda aquela coisa melosa.


A sessão acaba com um clima meio tenso, mas todos confirmam presença na minha casa no Fim De Semana.


Entro no carro as 21;40 com Caio no colo, coloco-o no banco de traz, passo o sinto de segurança e dou a partida. Cheguei em casa as 22hrs, 15min depois o pai de West e o próprio deixam Sophie em casa, ela sobe as escadas entusiasmada, abre a porta e eu pergunto tentando parecer contente e ansiosa;


- Como foi?
- Melhor do que imaginávamos.
- Está tudo correndo muito bem então.
- Imagino que esteja tudo certo pro Joguinho do Fim de Semana.
- Sim, e amanhã será um dia esplêndido, vamos dormir.
- Certo - Seus olhos brilhavam com tanta intensidade conseguindo transmitir um pouco de paz para mim.


Na quinta tudo saiu melhor do que esperávamos, no começo da semana os gêmeos já seriam meus filhos. 7 anos na fila de adoção, e mesmo sendo mãe solteira, consegui.
Caio foi dormir na casa de amiguinhos e Sophie estava reversando entre PC, Telefone, celular, para falar com uma mesma pessoa. Eu fiquei no melhor lugar do mundo, em cima da minha cama , no escuro, escrevendo, o livro está ficando cada vez melhor.
Já está tudo pronto para este Fim de Semana, agora vou dormir.


Continua...

quarta-feira, 23 de março de 2011

Mãe dedicada, Escritora e Solitária

Deixo os meninos na barraca, aviso aos seguranças para ficarem atentos a ela, entro na casa, subo as escadas cansada, e enquanto vou entrando no meu quarto vou me despindo e jogando cada peça de roupa num canto diferente do cômodo, entro naquele banheiro enorme após passar por um quarto ao qual chamo de guarda-roupa, tomo uma ducha, ao sair sento na cama e pego o Notebook, de repente, escuto passos rapidos vindo da escada, alguém abre a porta e pergunta;


- Pensando em que?
- No quanto você me fez gastar na reforma dessa casa e no porque está aqui.
- Ah mãe... As meninas estavam falando coisas absurdas, lezas, e ainda fico aperriada com intriguinhas, e não suporto: Aiiii muuulheer voce não sabeeee... QUE CABELOOO... Pretendo bater meu record na festa de amanhã...
- Ué...achei que elas fossem interessantes
- Eu também, mas na intimidade descobrimos quem realmente são.
- Sei disso, você podia lhes dar mais uma chance...
- SEM segundas chances. Sabe que não reclamo ter puxado a personalidade a você.
- Aiai, West vai pra festa?
- É...
- Amanhã antes da escola vamos comprar roupa e...
- Sem transa, tenho apenas 12 anos, não deixa-lo ultrapassar demais o sinal, beijando-o deixando gostinho de quero mais, eu sei.
- Como é na semana, volte as 22hrs.
- Mas...
- Quinta temos que acordar bem cedo, ver como anda a papelada da adoção e visitar seus futuros irmão e irmã.
- Ah...Sim, sim, tudo bem.
- Quero eu mesma fazer a festa de 1 ano deles. 
Após dizer isso abro o Notebook, e então Sophie diz:
- Não devia ter largado a faculdade de Letras...
- Sabe que fiz psicologia para poder passar melhor a essência do ser humano para os meus textos. Consigo diversificar mais meu publico alvo e suas emoções. Sempre pude descrever sobre as emoções que sinto ou já senti, as que gostaria de sentir... mas, sempre quis ir além. Ver as expressões de quem já passou por tudo na vida, na minha frente, saber de cada angustia, desejo, pensamento e esperança, principalmente de que alguém que supostamente nunca teve esses problemas, o aconselhe, acalme e o compreenda. É fascinante.
- Qual será o gênero da próxima obra?
- Romance.
- Dramático?
- Não escrevo mais sobre mim e seu pai.
- Sei disso, então...?
- Sobre...seu padrinho.
- NOSSA, sempre quis que terminasse logo esse... Certeza que ele vai te deixar mais ainda na história, só... poderia dizer ao mundo quem es.
- Não, vou lhes privar de toda essa complexidade do mundo da fama e...Não tenho tempo pra isso.
- Será que dessa vez padrinho pede a senhora em casamento?
- NÃO, sabe que não consigo escrever tendo uma relação amorosa....
- MENTIRA, só porque tudo o que escreve pensa parecer meloso, puro exagero seu.
- Amor, isso... todo mundo prega... Se eu for fazer isso... Tem que ser diferente, não só essa coisa melosa, as ilusões...têm que ser mais profundas, as dores... mais agudas, e o amor próprio...o bem maior.


*Celular tocando*
- É o pai


*Silêncio*
- Ok, Té.


- O que era?
- Ele vai viajar a trabalho, quer passar o Final De Semana aqui.
- Fazer o que né. Vocês só não vão passar o Fim de Semana naquele apartamentozinho com cheiro de homem solteiro dele.


Continua...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Profissional Insensível e Respeitada, Amiga Divertida e Mãe

Daqui do escritório, tenho vista para minha casa no campo, longe de humanos problemáticos...


- Doutora? - Chama minha secretaria.
- Sim, fale - Respondi
- A Senhorita; Não tenho o Dom pra namorar, está aqui
- Cuidado, não deixe que ouçam isso.
- Mandarei entrar.


Começo a escutar choros e soluços e então começo a rir. Ela entra e então pergunto;


- Por qual motivo neurótico terminou dessa vez? – Perguntei com um sorriso cínico
- Não é isso, terei que abandonar as consultas, pois começaram a me chamar de doida
- E com razão – Falei em tom super baixo
- Como? Perguntou
- Nada, apenas diga que é para te ajudar a conseguir viver melhor e lidar com os desafios da vida.
- Dizem que o psicólogo não faz nada...
- Não é verdade, eu ensino os outros a viverem, já que não conseguem sozinhos.
- Como?
- Humanos são emocionalmente instáveis demais, e se apegam muito facilmente, olhe o seu caso, chorando porque deu ouvidos a quem diz odiar tanto, e só faz chorar porque ficará sem meus conselhos.
- Fala como se não fosse Humana.
- Falo apenas dos que conheço, dos quais estudo seus comportamentos, pensamentos e angustias, fora vocês, só meus animais.
- Você não tem sentimentos...
- Se não tivesse...Não namoraria.
- Como nunca te vi abalada?
- Sei controlar meus sentimentos, não entre num relacionamento como metade da laranja, entre e saia inteira – minha professora de português me disse isso e nunca mais esqueci -, seja orgulhosa e nunca insista em algo não-concreto.
- E serei feliz?
- Talvez. Mais será profissionalmente bem sucedida.
- Separar vida pessoal da profissional...
- Saber conciliar...
- Me desapegar dos meus sentimentos...
- Saber lidar com eles.
- Obrigada Doutora, até quarta.


Já são 18 horas, saio do escritório e vou de carro ao shopping que fica a 5min dali, chegando lá, compro um sanduíche natural e vou para o Park’s Game, e de 20hrs saiu para ir para casa, na garagem encontro o Mestre e ele pergunta;


- Sessão amanhã as 18h30, RPG, vens?
- Só se ganhar de mim no basquete aqui no Park’s Game.
- Vamos lá então


30min depois...


- Você está melhorando, treinando mais o arremesso hein.
- Não tenho uma quadra de esportes em casa a toa. Ah...o campeonato de xadrez foi adiado, nesse FDS vai ter Verdade ou Desafio.
- Eu vou hein, hahaha
- Olha o coração... Você já tem 30 anos, certeza que aguenta meu jogo sem ataque cardíaco?
- Ô Se agüento


Despedimos-nos e 30min depois chego em casa...Jogo VideoGame com meu filho mais novo, que tem 8 anos, armo uma barraca do lado de fora para ele e seus amiguinhos, conto historias de terror, assamos marshmellows, e os coloco para dormir.




Continua...

Amor Próprio

- Porque és tão dura consigo mesma?
- Não quero acordar e perceber que foi apenas mais uma ilusão.
- Dessa vez está tudo dando tão certo...
- Como em todas as outras, Conhecemos o Final.
Você conhece um ser comum, espera que seja só mais um que passará despercebido em sua vida, ate que dá de cara com ele varias vezes e quando menos espera ele já entrou na sua vida, vai te conquistando, aos pouquinhos suas palavras te atingem mais profunda e intensamente, deixa escapar um “te adoro”, senão impulsamente um “te amo”, sua boca treme a todo momento, necessitando extravasar a felicidade, tenta se conter ao vê-lo mas seu corpo possui um ímã que é atraído pelo dele a todo momento, seu coração pulsa cada vez mais forte, seus pêlos se arrepiam só de pensar nele, ele conhece seus pontos fracos, ele vai te acariciando, você como resposta contribui o carinho, ele prossegue cada vez mais atrevido, sua boca tem domínio sobre seu corpo, após beijar sua boca ferozmente, vai descendo cada vez mais, ofegante, seu corpo clama pelo dele, mas sua mente não, vamos, já chega, afaste-se dele também, antes que seja tarde demais. Mas nem todas as historias tem obrigatoriamente um final triste não é? Então recebo a mais esperada ligação:
- Oi Amor – Falo mais que ansiosamente.
- Lembra que eu disse que reencontrei um amigo? – Ele Pergunta
- Sim. – Respondi
- Então, mudei de planos.
Você vai entrar no MSN e notar que os planos dele, fracassaram, continua a ser um Zé ruela solitário, nem pense nisso, você já o esqueceu, lembra que prometeu a si mesma nunca mais sofrer? Erga a cabeça, e pise no próximo.
- Você não conseguirá seguir em frente sem arriscar. Sei que não se arrepende de ter amado, de ter sido, por alguns instantes, feliz.
- É que eu não havia percebido antes, sou capaz de amar apenas uma pessoa, da qual adoro, admiro, detesto, abomino, me apego, me faz querer mudar, me afasto, me isolo, a mim mesma.

Ps.;Este eu havia escrito a meses, baseado em acontecimentos reais, é um dos meus preferidos.

O Fim e um novo Começo

Não preciso falar muito da minha Adolescência, vou normal, tive que descobrir as coisas do mundo após deixar de usar o colete, foi complicado aceitar que pessoas gostavam de mim pelo que sou, até então só conhecia a amizade por interesse, na maioria das vezes, era muito introvertida e antissocial, com muito esforço e vontade de viver mais a vida, consegui mudar, e sou essa menina inquieta, divertida, e extrovertida hoje em dia, pelo menos, é o que dizem =P

Agora...começarei uma nova etapa, postarei historias criadas por mim, das quais tem um pouco de mim, e dos acontecimentos da minha vida, todo texto mostra a alma do autor, todos sabemos disso, se possível, farei com que vocês enxerguem além, pois a escrita é a minha paixão.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O Drama

  Eu deveria, mas não poderia, ficar sem falar dessa parte da minha vida, não volto ao passado só para me orgulhar, posso ficar atormentada, mas ele teve papel importante pra fazer de mim o que sou hoje.
  Os benefícios que tive com o colete foram; não apanhar, não fazer muito esforço, ter sempre muita atenção e deixar minha cintura mais fina ainda. '-'
  Vamos ao primeiro, nao apanhar, por isso era unida com a familia, nao podiam descontar a raiva em mim, e tinha sempre a vantagem contra valentões, se tem uma coisa que aprendi, e bem, é que se voce finge nao se importar, eles talvez parem de encher o saco, mas se der atençao melhor que seja calmo e paciente, como eu era, mas se tinha uma coisa que eu não suportava, era ver alguem mexendo, implicando, com meus amigos, aaah não senhor, que se preparasse pra ouvir e apanhar, quando passavam dos limites, não media esforços para acabar com o ser, fisica e psicologicamente, ficar conhecida ou não como Machona/Valentona da sala, nao me importava, só com o bem estar dos meus amigos.
  Não fazer muito esforço, bom as vezes, pra coluna, e otimo pra quem é sedentario, o que eu não era, adorava atividades fisicas, mesmo nao podendo, por usar aquele colete quase que o tempo todo, mais eu sempre dava um jeito de me virar, jogava "tudo" (ou quase), que era esporte para os quais me chamavam, o problema era quando eu caia, ficava que que nem um tartaruga quando botavam de barriga pra cima, por causa do "casco" não conseguia voltar ao normal sem ajuda, sem contar que me machucava muito, e pra piorar eu nao conseguia dormir de barriga pra cima e como eu só tirava pra tomar banho, quando eu ia dormir, quase me sufocava.
  Em relação a chamar bem muita atenção, bem, o que acharia se 90% das pessoas que te olham sentissem pena de você? Você visse, e sentisse isso nos olhos de todos...
  Bem, nao sou do tipo de pessoa que quer chamar atenção de qualquer um, só para ser o centro das atenções, prefiro chamar a atenção pra aquilo que eu faça melhor, como recompensa do meu esforço.
  Foi dificil continuar assim depois que voce para de usar, mas ainda não chegamos nessa parte.
  Antes tenho que contar o que alegrava esses momentos;
Adriano; ROSA TEM QUE USAR ISSO POR CAUSA DAS POSIÇÕES
  Fui falar que fazia ballet né, no que isso deu? Eu era uma menina que teve que passar desde os 11 aos 15 anos de colete por causa de posições segundo Adriano, sexuais. E tipo, voce pensar; caramba, aos 11 anos a menina ter problemas na coluna por causa de sexo? é, o que iriam pensar de mim? E daí? Eu tava pouco me lixando pra isso, era hilário o jeito que ele falava, e eu já era safada mesmo, tava nem aí, queria mais é me divertir, eu merecia.
  Voces não sabem como sinto falta de chegar na sala, num pessimo dia, exausta, descabelada e ouvir a voz de Adriano dizendo; TÁ TODA ASSADA, a farra foi boa hein. O jeito dele era tão hilário que não precisava ser descontraida/safada e divertida pra levar aquilo numa boa e participar afirmando.
  Todas as nossas brincadeiras 'sexuais', insinuaçoes, fez com que os momentos nerds, CDF's otakus, se tornassem únicos, pois, pra o que voce acharia tedioso, nós conseguiamos torná-lo o mais divertido.
  Bem, e em relaçao a cintura fina, não tenho o que falar né, ainda mais quando vem de brinde coxao, bundao e inteligencia, tá, me achei xD.